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Quem escreve? Bárbara Regina
A maior parte do que está aqui escrito é de minha autoria, as exceções estão com os nomes de seus devidos donos
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A primeira sensação foi a da nudez. Percebeu sentir o peso do cobertor que a cobria da cintura para baixo.
Depois sentiu o cheiro forte do mofo. O odor penetrava em suas narinas, provocando uma sensação de ardência, queimação.
Ardência... percebeu, então, um incômodo no braço. Olhou o que era, mas não pode enxergar, foi aí que se deu conta da completa escuridão.
Tateou o chão à procura do seu celular, mas não encontrou, sentiu somente o chão gelado e úmido.
Preferiu não tatear a cama, tinha medo do que poderia encontrar.
Com a maior cautela que era capaz te ter, levantou-se, não sabia se estava sozinha, e se não estivesse, não queria acordar quem quer que estivesse ao seu lado.
Depois de se levantar, ficou parada aos pés da cama sem ter idéia de qual direção seguir. Resolveu, passo por passo, seguir em frente.
Finalmente! Tateando o escuro pareceu ter encontrado uma porta. Ao menos aquilo era madeira, tinha certeza. Procurou por uma maçaneta, mas a tal "porta" parecia não ter.
Continuou a andar, dessa vez seguindo a direção da "porta". A parede era úmida, algo entre pegajosa e escorregadia, deveria estar coberta de limo.
Droga! Esbarrou em alguma coisa, sentiu o sangue saindo do dedão de seu pé.
Abaixou-se, aquilo parecia um banquinho de madeira. Havia algo em cima... uma vela!
Ai! A cera ainda estava quente, então não tinha muito tempo que fora apagada...
Enquanto continuava a sua caminhada sentiu uma movimentação.
Oi? Nenhuma resposta.
Quem está aí? Silêncio.
Por favor...
Resolveu continuar sua "exploração". A tal da movimentação deveria ser o medo, dizem que ele faz as pessoas imaginarem coisas, pensou.
Sentiu algo quente sob seus pés, quente e molhado... será que estava sangrando tanto assim? Não, não era possível.
E então, pisou em algo.
Um corpo! Meu Deus, um corpo! Definitivamente, aquele sangue não era seu.
Gritou.

(Caio Fernando Abreu)
Mês passado eu inventei de ler o meu horóscopo, tinha séculos que eu não lia. Tudo bem, né, cheguei toda feliz esperando que seria algo bom (porque, vocês já repararam como nos horóscopos, geralmente, sempre vêm escrito algo bom? Se isso não fosse proposital, seria impressionante, só coisas boas acontecendo na vida da gente...), mas, voltando, quando eu comecei a ler, o Personare (site que eu tava lendo), me "disse" que o mês de setembro seria complicado, um mês difícil, com muitas dúvidas e conflitos pessoais. E, pqp! Essas coisas só podem infiltrar em nossa cabeça e nos manipular, sério! Eu nunca desejei tanto que o mês de setembro passasse o mais rápido possível. Esse foi um dos meses mais conturbados que eu tive, foi horrível, horrível!
Eu não sei se posso dizer que o mês de outubro começou bem, porque eu ainda não estou legal, mas talvez eu possa usar a desculpa que são alguns vestígios de setembro me influenciando...
É outubro, finalmente!
Ne.ces.si.da.de
Eu preciso (do teu abraço)
Eu quero (o teu beijo)
(quando?) Agora.
Sentido
Nada faz
Tudo tem
Na verdade, não sei qual seria o correto, "depois de tudo", ou "antes de tudo", porque as férias marcam o final, mas também o início de algo, já que alguma coisa há de vir depois delas, não é?
Já se passaram duas semanas e meia do início das minhas tão sonhadas férias. Quer dizer, férias vírgula, porque ainda estou tendo aula no curso de inglês, então não posso realmente ficar o dia inteiro de pernas pro ar, tenho que me arrumar e sair de casa alguma hora do dia, infelizmente.
Tirando essa dor de cabeça causada pelo cheiro forte do álcool (que fique bem claro: é o álcool comum, utilizado para limpezas e tal, nada de bebida não), e a vontade quase incontrolável de me empanturrar de chocolate, as férias vão bem, obrigada. Muito bem em alguns quesitos, eu diria, rs
Fazendo um balanço de como elas foram até agora, eu posso dizer que esses dias foram excelentes (tirando a parte do curso de inglês, já citada)! Porque, afinal de contas, eu fiz tudo o que planejava, que era ficar de pernas pro ar o dia quase que todo, assistindo séries, vendo filmes e lendo. Ok, sobre as séries eu tenho que esclarecer uma coisa, EU CONSEGUI ACOMPANHAR HOUSE, CARALHO, FINALMENTE, DEPOIS DE MESES, CONSEGUI!!! - Ok, momento de surto controlado. :D Eu tinha planejado assistir outras séries também, tentar acompanhar mais alguma, mas não deu, minha preguiça falou muito mais alto! Aliás, é impressionante como quando não estamos fazendo nada, menos vontade ainda sentimos de fazer algo, né? É impressionante como esse ócio só aumenta!
Voltando às séries... Eu queria acompanhar outra além de House e Gossip Girl (sim, acompanho também, e adoro, viu? Dane-se se é série de meninas que não têm o que fazer. Sou uma delas, tecnicamente. Nossa, o que são aquelas roupas de GG? Gente, e as intrigas, os atores. Chuck Bass! *O* /fútil) Pois então, não consegui acompanhar mais nenhuma série, e, pior! Eu tinha planejado voltar a ler alguns mangás, sabe, assistir novamente Sakura Card Captors e a nova versão de FullMetal Alchemist, mas nem deu, porque, mais uma vez, o ócio foi mais forte que eu. Estou completamente sem vontade de fazer NADA. Essa parte está me irritando, porque eu realmente queria fazer essas coisas! Mas não dá, eu não consigo, não adianta. --'
Enfim, ainda tenho uma semana pra poder não fazer nada e comer muito chocolate, o chocolate ficará para a semana que vem mesmo, já que fui olhar agora e não tem leite condensado no armário. Na verdade, eu não deveria ter usado o termo "ainda", porque só mais uma semana é muito pouco!! É, eu estou com saudade dos meus amigos da faculdade, sim, mas acho que posso vê-los e ainda continuar de pernas pro ar. :D
Bem, espero ainda ter muitas férias pra poder não fazer nada. Ou fazer, viajar. Ah, nas próximas eu viajo, nem que seja pro fim do mundo, mas viajo! Conhecer lugares novos já!
Post rápido para agradecer ao Palavras de um Grilo pela indicação ao Prémio Lemniscata!
E eu que era mar, virei Lua.
Com todas as fases e todos as caras.
Lua distorcida, Lua deformada.
E eu que era Sol, virei chuva.
E se olhar direito, verá mais do que o concreto,
acreditará na busca pelo intocável e sentirá que o improvável
muitas vezes é o mais óbvio.
"Atenção! Fechem as portas e abram as cortinas, o espetáculo vai começar!"
Nesse teatro público e atores se misturam, todos a agir e a ser observados.
"Calma! Calma, meu bom povo, precisamos nos organizar!"
O intruso tenta obter a atenção
Chegou de última hora e sorrateiramente foi parar no palco principal.
Todos se viram;
"Quem é o estranho que fala?"
De repente o questionador desperta, esteve dormindo e perdeu a ascenção de um dos espectadores.
"Mas isso não era uma apresentação?!"
"Meu caro amigo, diz o senhor da cadeira ao lado, não vistes o cartaz lá fora? Essa peça leva o nome de Vida"
(O diretor anuncia: - Fim do primeiro ato!)
-> Para ser lida ao ritmo da cidade grande.
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Fim do blog. Foi bom enquanto durou.
Paz:
3. Ausência de conflitos íntimos; tranqüilidade de alma; sossego
Amor:
1. Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem, ou de alguma coisa:
2. Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro ser ou a uma coisa; devoção extrema:
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E é assim que o humor [4. Disposição de espírito] muda [5. Alterar, modificar].
Eu estou bem [3. Felicidade; ventura].
Em reconstrução.

E a minha alma tem o teu perfume vermelho.
E o meu corpo suplica pelo úmido calor que emana de ti.
E ela percebeu que sonhar não era nada além do que simples momentos de prazer.
Por fim, escolheu esses momentos.
Eram melhores do que a eternidade de seu amargo presente.
- E qual o tamanho do seu desejo, mocinha? - pergunta o tocador de flauta.
- Ele é do tamanho da felicidade que as suas notas me fazem sentir.