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Templates da Lua

Quem escreve?

Bárbara Regina

  • Eu era apenas rio Esperando que você navegasse
    Poema quebrado no frio
    Num salão vazio
    Esperando que você recitasse
    Eu era manhã
    cinzenta
    Esperando de você a aurora
    Um lobo de olhar em brasa
    Te vendo em casa
    (e o lobo do lado de fora)
    E eu era, quem diria
    A melodia que
    jamais compusera
    E eu, que jamais daria
    Era o verbo dar
    Dizendo assim: quem dera!
    Então não vá embora
    Agora que eu posso dizer
    Eu já era o que sou agora
    Mas agora
    gosto de ser
    (Oswaldo Montenegro)

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    Templates da Lua

  • 09/07/2009

    Post rápido para agradecer ao Palavras de um Grilo pela indicação ao Prémio Lemniscata!


    Escrito por a poetisa às 18h16
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    01/07/2009

    E eu que era mar, virei Lua.

    Com todas as fases e todos as caras.

    Lua distorcida, Lua deformada.

    E eu que era Sol, virei chuva.


    Escrito por a poetisa às 16h09
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    26/06/2009

    E se olhar direito, verá mais do que o concreto,

    acreditará na busca pelo intocável e sentirá que o improvável

    muitas vezes é o mais óbvio. 


    Escrito por a poetisa às 14h44
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    26/11/2008

    "Atenção! Fechem as portas e abram as cortinas, o espetáculo vai começar!"

    Nesse teatro público e atores se misturam, todos a agir e a ser observados.

    "Calma! Calma, meu bom povo, precisamos nos organizar!"

    O intruso tenta obter a atenção

    Chegou de última hora e sorrateiramente foi parar no palco principal.

     

     Todos se viram;

    "Quem é o estranho que fala?"

    De repente o questionador desperta, esteve dormindo e perdeu a ascenção de um dos espectadores.

    "Mas isso não era uma apresentação?!"

    "Meu caro amigo, diz o senhor da cadeira ao lado, não vistes o cartaz lá fora? Essa peça leva o nome de Vida"

     

    (O diretor anuncia: - Fim do primeiro ato!)

    -> Para ser lida ao ritmo da cidade grande.

     

    ____________________________________

     

    Fim do blog. Foi bom enquanto durou.

     


    Escrito por a poetisa às 22h13
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    26/10/2008

    Paz:

     3.  Ausência de conflitos íntimos; tranqüilidade de alma; sossego

     

    Amor:

     1.  Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem, ou de alguma coisa:

     2.  Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro ser ou a uma coisa; devoção extrema:

     

    ______________

     

    E é assim que o humor [4.  Disposição de espírito] muda [5.  Alterar, modificar].

    Eu estou bem [3.  Felicidade; ventura].


    Escrito por a poetisa às 04h25
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    16/10/2008

    Em reconstrução.


    Escrito por a poetisa às 15h19
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    28/09/2008

     

     

    E a minha alma tem o teu perfume vermelho.

    E o meu corpo suplica pelo úmido calor que emana de ti.


    Escrito por a poetisa às 18h36
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    25/08/2008

    E ela percebeu que sonhar não era nada além do que simples momentos de prazer.

     

    Por fim, escolheu esses momentos.

     

    Eram melhores do que a eternidade de seu amargo presente.


    Escrito por a poetisa às 22h10
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    19/06/2008

    - E qual o tamanho do seu desejo, mocinha? - pergunta o tocador de flauta.

    - Ele é do tamanho da felicidade que as suas notas me fazem sentir.


    Escrito por a poetisa às 22h57
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    30/05/2008

           

     

     

    Ontem à noite, um anjo me contou uma história sobre uma menina.

    Ela tinha sonhos, mas não sabia como realizá-los.

    Ela tinha vontade, mas seu desejo era muito maior que a coragem.

    Ela queria possuir, mas ninguém permitia.

    A menina, sonhou, lutou, mas, nem tudo na vida serve de exemplo para alguém que é desacreditado dos seus sonhos.

    A menina deixou -fluir- fluiu rio abaixo.

    Ela buscou, correu entre a água salgada do mar de estrelas.

    Afogou-se no fio leitoso

    Por fim, ferveu.

    No fervente Marte, se apaixonou pela misteriosa vermelhidão do calor.

    Da emoção ao sonho

    Ela voltou.

    _____________

     

    "Só enquanto eu respirar..."


    Escrito por a poetisa às 17h13
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    24/02/2008

               

     (Imagem: http://babygray.deviantart.com/art/Kawa-chuu-Note-33170682)

     

        

    Se cedo te procuro quando tarde - em mim - já estou

    Não mais que palavras vãs

    Simples, sem jeito.

    Foi tudo, o apenas, que restou.

    Quando te olhava em mim

    Enxergava-te assim

    Uma linha reta, sem fim, que me fazia seguir.

    Sem medo, sem jeito, sem duvidar.

    Mas o que restou?!

    Palavras soltas em um caderno de estudante

     


    Escrito por a poetisa às 20h15
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    19/12/2007

    Se você pára, eu prossigo

    Se você canta, eu muda fico

    Se você ri, eu desato a chorar,

    mas se você diz que me ama, eu pra sempre vou te amar.

     

     

     

    __________

    Você não precisa ser completamente igual, basta sentir o mesmo.

     


    Escrito por a poetisa às 11h54
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    29/10/2007

     

    Em seu rosto terra, cansaço

    - o peso dos anos-

    Anos ali, esperando a mudança

    Com a dor, feito uma lança

    O ardor do suor, pela pele a escorrer

    A enxada - a defesa, a força, o trabalho, o ganha-pão-

    O sol - início, teto, cansaço, fim-

    No olhar, uma esperança

    - fina esperança-

    De quem esqueceu o que é sorrir

     


    Escrito por a poetisa às 14h48
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    14/09/2007

     

    As luzes se apagam

    As cortinas se fecham

    Sou envolto em uma escuridão total

    De repente, esse estranho silêncio invade as quatro paredes

    Choro, mas ninguém pode me ver

    Grito, mas o som é mudo

    Tateio à procura de uma saída

    Mas cada vez fico mais perdido

    Nesse silêncio não reconheço ninguém, e nessa escuridão estou sozinho

     

    Fecho a porta. Estou em casa novamente.

     

    _____

     

    A idéia desse texto era pra falar, incialmente, de que, quando entramos em casa, a nossa "máscara" cai e somos verdadeiros, porém, ele acabou tendo um sentido totalmente diferente, acabou falando em estar em uma multidão e perder a sua identidade.

     

    Ou na verdade, nem eu encontrei o sentido.


    Escrito por a poetisa às 17h33
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    26/08/2007

     

    A Menina da Lua.

    Aparece todas as noites de Lua Minguante, trazendo ao céu milhares de estrelas prateadas.

    Habita os sonhos de algumas crianças, adultos e até idosos.

    Dizem que, quem vê a Menina da Lua em seu sonho, nunca mais sente medo.

    Mas o medo é algo essencial para a vida.

    O medo nos faz hesitar em alguns momentos e isso é importante.

    O medo é um sentimento que 'todos' temos. Algo em comum.

    Talvez seja por isso que poucos vêem a Menina da Lua.

    E talvez seja por isso também que dizem que não existe uma pessoa viva que a viu.




    Escrito por a poetisa às 20h52
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