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Quem escreve? Bárbara Regina
Poema quebrado no frio
Num salão vazio
Esperando que você recitasse
Eu era manhã
cinzenta
Esperando de você a aurora
Um lobo de olhar em brasa
Te vendo em casa
(e o lobo do lado de fora)
E eu era, quem diria
A melodia que
jamais compusera
E eu, que jamais daria
Era o verbo dar
Dizendo assim: quem dera!
Então não vá embora
Agora que eu posso dizer
Eu já era o que sou agora
Mas agora
gosto de ser
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- E qual o tamanho do seu desejo, mocinha? - pergunta o tocador de flauta.
- Ele é do tamanho da felicidade que as suas notas me fazem sentir.